ILHA GRANDE, BELA MAS POR QUANTO TEMPO? (PT)

Chegando pela balsa de Mangaratiba, chego na Ilha Grande sublime. Vila do Abraão é a maior vila da ilha. Ele continua a crescer com o turismo.
Na baixa temporada, a vila é tranquila, mas ele já está fins de semana agitado com turistas ou moradores do Rio e de São Paulo. Como de costume, você só precisa sair dessa concentração turística, onde os preços são por vezes exagerados, para encontrar-se em harmonia com a Natureza. Exuberante. No caminho de Dois Rios, uns aves acompanhar-me com o seu canto. A floresta é tão bonita, densa e diversa. Através da vila de Dois Rios cujo passado ainda visíveis foi marcado pela escravidão e uma prisão, eu volto na selva. A noite cai e eu ainda não estou chegando na praia Parnaioca, único lugar onde acampar é permitido. Vou fazer mais da metade do caminho estreito no meio da selva na obscuridade porque nem sequer a lua cheia ajuda a esclarecer-me por culpa das nuvens, nem o meu farol esgotado. Ainda é a floresta tropical, e felizmente eu encontrei nenhuma criatura bélico no meu caminho. Finalmente chegou na praia, com algumas cabanas de madeira espalhadas ao longo do seu comprimento. No final, eu vou acampar ao lado de um rio perfeito para um delicioso banho.

Na minha volta para Vila do Abraão através das belíssimas praias de Santo Antônio e de Lopes Mendes eu deixe-me visitar quilômetros de areia fina. A água é azul-turquesa e um pouco fria. Na volta no lado norte da ilha, com a multidão e o barulho. Yachts estão posto em baías mais bonitas, cabanas vendem fast food com preços abusivos. Eu ainda tenho que resignar-me a comer alguma coisa para evitar a hipoglicemia. Uma vez  mais, não planejou comida suficiente para minha visita aventurosa. Alguns turistas escolhem o lugar para se juntar na Enseada das Palmas.

As autoridades encarregadas da ilha em primeiro lugar o município de Angra dos Reis, mostram facilmente a bandeira ecológica e natural da ilha. No entanto, é óbvio, mesmo nesta época baixa, as consequências devastadoras da ma gestão do turismo. O mais impressionante são os amontoados de lixo e eviscerado, com vista desde algumas praias, ou na rua, se não é diretamente nos córregos viais. É dever de todos para não deixar nada em seu caminho (ainda há um monte de trabalho para a educação cívica sobre o assunto no Brasil enterro), mas é também o resultado de uma gestão inadequada. As aldeias não estão em condições de absorver fluxos crescentes de turistas, como os resíduos sólidos, as águas residuais. Pelo que eu vi e compreendi, coleta de lixo é parcial, realizada apenas em Vila do Abraão e pouco frequente, em espera de ser processada no continente.

Me-soube-se que é muito pior durante a alta temporada. Os navios de cruzeiro param ai mesmo só por algumas horas ou um dia, dependendo. Imaginem o desastre! Eu não compreendo como, por um lado, queremos multar os  turistas bem-intencionados e amantes da natureza quando eles querem acampar em uma praia deserta na ilha por exemplo, e, por outro, aceita-se turistas em massa que fluem sem vergonha nem respeito pela natureza e seus habitantes. Deixe-me explicar algo. Quase todo o território da ilha é protegida sob vários estatutos de protecção ambiental. No entanto, é claro que entre a lei da criação e da prática de conservação, há um abismo, um duplo padrão. Ilha Grande, um património único, está idealmente situado entre as megacidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. A Mata Atlântica é um ecossistema reconhecido como património mundial pela UNESCO. No entanto, para as práticas não transparentes, a atração de ganho a curto prazo e a concentração dos benefícios do turismo para algumas famílias de poder e de negócios, este paraíso parecia-me um pouco em perdida. Se o desenvolvimento é muito diferente desse dos grandes lugares balneares brasileiros (felizmente), a ameaça é real.

Por quanto tempo mais é que seremos capazes de andar livremente nas trilhas da ilha cercada por exuberante natureza ou nadando pacificamente nas belas praias?

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